ADAB amplia representação para Teresina

Piauí ganha representação da ADAB e amplifica a discussão sobre a relevância do Despachante Aduaneiro no desenvolvimento do Comércio Exterior no Estado.

Francisco Chagas Fernandes da Silva. Delegado da ADAB no Piauí.

Francisco Chagas Fernandes da Silva trabalha na área desde 1999.  Em janeiro de 2005 é publicado no diário oficial sua nomeação de Despachante Aduaneiro. Chagas exerceu por um bom tempo a atividade no Aeroporto Internacional de Viracopos na cidade de Campinas-SP, onde acumulou conhecimento e experiência. Em seguida segue para Teresina, capital do Estado do Piauí onde exerce seu ofício em paralelo a nova função, delegado da ADAB para o Estado.

O Comercio Exterior no Estado do Piauí bem como nos Estados vizinhos é promissor e com potencial de desenvolvimento. Vi a oportunidade aqui na região, então resolvi investir, diz Fernandes, como é chamado no segmento.

Para ele o aspecto positivo no Estado são as chegadas das Eólicas. “Temos sol o ano inteiro produzindo grande massa de energia solar, os ventos são muito fortes, grandes empresas estão se fixando no Estado, gerando emprego e renda”. Por outro lado, continua Chagas, “a falta de estrutura no Estado é um desafio a ser superado. Não tem sequer um Porto Seco, nem mesmo um REDEX para que as empresas possam desembaraçar as suas cargas dentro do estado. Todos os embarques são feitos pelo porto do Pecém. Seria formidável se o Estado contasse com uma estrutura própria”, conclui. Muito embora as empresas locais gozem de incentivo fiscal no ICMS existe o agravante. Segundo ele, o SEFAZ-CE vez outra entra de greve, o que afeta diretamente as operações de desembaraço.

Perguntado sobre a ADAB, Francisco diz; “O profissional Despachante Aduaneiro passa por um momento de muita fragilidade. A cada dia nossa classe é mais desrespeitada. Ninguém luta pelos nossos interesses, há uma desvalorização do trabalho do despachante; os próprios colegas trabalham praticamente de graça. Acredito que a ADAB está buscando conscientizar e mudar esse cenário. Acho que deveríamos ter um preço fixo por processo acordado em lei, por modalidade de serviço. Precisamos nos valorizar, reclama propositivamente Francisco.

Questionado quanto ao futuro e as expectativas para um horizonte à médio e longo prazo; Chagas diz estar confiante, aos menos em Teresina.  “Estamos muito confiantes com a proposta da ADAB, que ela seja o braço e a voz do Despachante Aduaneiro para juntos, mudar esse cenário, finaliza seu comentário bastante otimista.

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